O VOZ DO OUTRO: A REPRESENTAÇÃO NO DOCUMENTÁRIO E CRIAÇÃO DE BIOGRAFIAS VISUAIS

Kamyla Faia Maia

Bacharel em Comunicação Social- Jornalismo pela UFG

Especialista em Cinema e Educação- IFITEG

 

RESUMO

A presente análise busca mostrar as contradições na forma com que os documentaristas retratam o outro de classe, indivíduo que geralmente se encontra em posição inferiorizada em relação ao realizador. Com isso o artigo tenta mostrar de que maneira o fazer documentário tem evoluído em termos estéticos e éticos, deixando a mera utilização de “personagens” para comprovar um discurso pré-estabelecido e alcançando a representação mais fiel de diferentes personalidades. Por meio desta evolução pretende-se comprovar que a partir dos filmes documentais é possível, em casos específicos, fazer um biografia visual dos sujeitos representados.

Para ler o textos completo acesse: http://www.slideshare.net/grupointerartes/o-voz-do-outro

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Theresienstadt e o Voo da Última Borboleta

Nelci Bilhalva Pereira 

 RESUMO: O artigo busca no Antissemitismo Moderno, do Século XIX, as origens do Nazismo de 1933 até 1945 e que contribuiu para o genocídio em massa de judeus, com a criação dos campos de concentração e de extermínio. A base de análise para o tema foi o filme “A Última Borboleta” de Karel Kachyna e demais testemunhos oculares.

Ficou interessado? Então acesse o artigo inteiro no link abaixo:

http://www.slideshare.net/grupointerartes/artigo-de-concluso-final  

 

 

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RUMORES, ATORES E EMBLEMAS

RUMORES, ATORES E EMBLEMAS NO ESTUDO  DO MUSEU DE ARTE DE SANTA CATARINA 

Dra.Suely Lima de Assis Pinto (UFG/CAJ)

Introdução
O  objeto artístico ao longo  da  história da arte  é envolvido por uma complexidade, cuja inserção no âmbito da arte não depende apenas de seu produtor, mas das diferentes esferas dos sistemas das artes pelo qual a obra passa, incluindo sua
exponibilidade, sua institucionalização, e as relações de produção-exposição-aquisição-recepção da obra,  que,  neste intricado sistema não pode ser visto como um simples processo de representações. São diferentes categorias de conhecimento que  envolvem esse processo interartístico, intermidiático, “inter-institucional”.  Este artigo analisa o
movimento de inserção da obra no sistema das artes, a partir das operações discursivas que integram o corpus da instituição museal, que, no limite, constrói a noção de arte ao mesmo tempo em que legitima seu acervo, e se fortalece como instituição.

Interessado no tema? Leia o artigo completo em: http://www.slideshare.net/grupointerartes/rumores-atores-e-emblemas-pdf

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ENTRE MUSEUS DE ARTE

ENTRE MUSEUS DE ARTE, OBRAS-MONUMENTO E ARQUIVOS-DOCUMENTOS: NEGOCIANDO HISTORICIDADES NA ARTE CONTEMPORÂNEA

Dra. Suely Lima de Assis Pinto

Resumo: Este estudo analisa a dinâmica do chamado sistema das artes – curadoria, artista, espaços expositivos institucionais e midiáticos – e seus respectivos papéis no processo de patrimonialização da obra. As transformações dos espaços museológicos em relação aos movimentos da arte moderna e contemporânea envolvem diferentes historicidades e temporalidades, da obra, da visibilidade da obra, da reflexão sobre a obra, do modelo expositivo que a compõe e a sua institucionalização a partir da documentação/conservação e guarda. Os museus que abrigam a maioria das exposições contemporâneas possuem características dos museus tradicionais, criados no século XIX e início do século XX. Neste sentido questiona-se como se processa a institucionalização da obra nestes museus considerando tanto o seu processo de criação (processo-ação) quanto a sua monumentalidade (obra-monumento). Trata-se de pensar, historicamente, a relação da obra estabelecida por uma cultura de salões de arte, com um amplo procedimento de institucionalização regido por regras rígidas, bem como por curadorias diretamente relacionadas aos desenvolvimentos
recentes da arte e à chamada produção da arte conceitual, que exige uma nova forma de aproximação dos fatos, dos saberes e dos fazeres artísticos.

Palavras-chave:  Arte Contemporânea – Sistema das Artes – Museus de  Arte Contemporânea –
História Interartes.

Para ler o artigo completo acesse: http://www.slideshare.net/grupointerartes/entre-museus-de-arte-obras-monumento-e-arquivosdocumentos-8686120

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DESCRIÇÕES DA PAISAGEM

DESCRIÇÕES DA PAISAGEM NAS TOPOGRAFIAS-CORPOGRAFIAS DE ADRIANA VAREJÃO E AS RELAÇÕES IMAGEM-TEXTO NO CATÁLOGO DE ARTE

Dra.  Suely Lima de Assis Pinto (CAJ/UFG)

Resumo:
Este texto objetiva analisar a poética de produção da artista Adriana Varejão sob a perspectiva da paisagem, investigando hierarquias e outras relações entre a imagem e o texto na forma-catálogo. Seu trabalho se constitui em detalhes, acidentes, sinais e objetos, descritos topograficamente. A obra de Varejão retoma a polarização (forma e matéria) a partir de uma imagem que se desfaz, que se desconfigura como se deteriorasse aos nossos olhos visceralmente. O texto/catálogo constitui uma leitura-visitação que possibilita, ao leitor,   percorrer a obra do artista por meio da relação imagem/texto. A obra de Adriana Varejão remete o observador ao viajante da arte romântica do século XIX a partir do elemento viagem. Ao percorrer o interior de Minas Gerais,  a artista se apropria de fragmentos da arte barroca, revisitando, a partir daí, elementos desta paisagem, tendo os azulejos como o principal foco. A arte subjetiva do período romântico se apresenta no texto imagético de sua obra, mediado pela metáfora da paisagem que a artista revisita apresentando novas linguagens, novas paisagens, nova subjetivação. A partir da contemplação da paisagem, Adriana Varejão se apresenta como uma nova exploradora, habitando o mundo do objeto por meio de um diálogo imaginário que,  neste estudo,  se analisa a partir do conceito de paisagem e da relação imagem/texto revisitada pelo catálogo/obra.
Palavras-chave: imagem-texto; catálogo de arte; paisagem; Adriana Varejão.

 

Para saber mais sobre o tema acesse: http://www.slideshare.net/grupointerartes/descrio-das-paisagens-nas-topografias-corpografias-de-adriana-varejo

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O LUGAR DA ARTE CONTEMPORÂNEA

O LUGAR DA ARTE CONTEMPORÂNEA E SEU PROCESSO DE PATRIMONIALIZAÇÃO: A HISTORICIDADE DA OBRA NAS RELAÇÕES INSTITUCIONAIS.

 

Dra. Suely Lima de Assis Pinto e Dr. Marcio Pizarro Noronha

A arte atualmente tem exigido do público espectador maior interatividade, sensibilidade e vontade de conhecer, de experimentar. O espectador não se constitui mais em um público passivo, mas naquele que procura desvelar os caminhos propostos pelo artista na busca de um significado que o envolva em novas experiências. Não há mais medo de tocar, de entrar, de participar. Este público percebe as mudanças que se encontram inseridas no âmbito da arte que se
inicia desde Duchamp, e se reforçam com a produção artística das décadas de 1950, 1960, 1970.

 

Leia todo o trabalho no link: http://www.slideshare.net/grupointerartes/o-lugar-da-arte-contempornea-e-seu-processo-de-patrimonializao-a-historicidade-da-obra-nas-relaes-institucionais

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DESEJO DE CRIAÇÃO

DESEJO DE CRIAÇÃO, CORPO PRESENTE, DANÇA INVENTADA: EXPERIÊNCIAS ARTÍSTICAS E A DANÇA EM GOIÂNIA ENTRE 1973 E 1988.

 

Dra. Luciana Gomes Ribeiro

Resumo:  Apresenta-se neste trabalho um primeiro levantamento do processo de composição dos principais núcleos de  formação e produção artística em dança na cidade de Goiânia, originários entre 1973 e 1988, e seus desdobramentos no  campo das estéticas de dança, particularmente no que tange as inserções e hierarquias no cenário nacional e internacional da dança. Confrontam-se aqui as perspectivas lineares e cronológicas presentes nas histórias da dança, especificamente no Brasil, com uma orientação mais crítica e conceitual. Busca-se a constituição de uma cartografia da dança em Goiânia que privilegie estados e sensações advindos das experiências artísticas vivenciadas na época, bem como os processos e  cruzamentos criativos de campos da arte distintos,  porém convergentes que ali existiram.

Palavras-chave: arte – estéticas de dança – abordagem interartística – história artística da arte – história dos processos de criação

Para ler todo o texto acesse o link: http://www.slideshare.net/grupointerartes/32-luciana-ribeirodesejodecriacaocorpo

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